29 de janeiro de 2012

Quando toca a alma


Só pra constar:
Muita emoção ao ouvir esta música e um aperto no peito que vai muito além dos 2,38 minutos.
Música que toca a alma é assim, perdura a candura!



Imagem daqui
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28 de janeiro de 2012

Tem dias...


Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu

A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu

A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar

Mas eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá

(Chico Buarque)


Imagem daqui
[...]

27 de janeiro de 2012

Sobre almas e atitudes


O mundo é uma selva de corações de gelo e pedra. A cada amanhecer fico mais convencida da maldade humana e mais sensível a tudo que vejo e sinto. Sou uma observadora do mundo, da vida e principalmente de mim mesma. Se eu não corrijo minhas próprias atitudes, como vou conceber que outros estão agindo com insensatez? 
Não dá! 
Como dizem por aí, devemos ser coerentes com nosso próprio discurso. Eu tento ser justa na medida do possível, mas como todos, não sou perfeita,  também cometo erros, falo e faço besteiras, às vezes volto atrás, peço desculpas ou então, o contrário é recíproco - se eu sei que tenho razão, não mudo de opinião, assumo minha personalidade teimosa, mas coerente comigo mesma.

Nesta semana passei por consulta com dois médicos especialistas que não deveriam ter nem assumir tal título, principalmente o de "especialista". Mesmo munida de vários exames que evidenciam uma doença degenerativa crônica nos dois joelhos, mais fibromialgia e outro exame de sangue mostrando uma taxa de hormônios totalmente alterada, os dois (parece até que combinaram) negaram grosseiramente medicação para dor (nos joelhos). Por que? Segundo eles, vou ter que "aprender" a conviver com a dor, pois remédios no meu caso não adiantam mais e cirurgia na minha idade, eles não fazem porque a doença, a princípio, só acomete pessoas com mais de 70 anos. Pode? Pode.

A premissa básica da minha vida é não fazer aos outros nada que eu não gostaria que fizessem para mim, pois nunca vou exigir nada que eu mesma não possa oferecer. Acho digno, acho justo. Mas com certas coisas/pessoas eu simplesmente não sei lidar... Enquanto isso, vou tentando terapias alternativas para a dor constante que sinto e que infelizmente os médicos não sentem e que o "meu eu malvado" gostaria muito que sentissem. Garanto que eles tomariam medicação! Enquanto não encontro uma solução, me apego às minhas orações, tento ser forte e não me deixar abater pela depressão - saibam que esta é a parte mais difícil!

É justamente nestas horas que sinto uma solidão inexplicável, se é que me entendem...

Esta sou eu, tentando como sempre, entender os corações humanos - o meu está incluso nesta viagem interminável ao interior mais profundo da(s) alma(s).

[(Du)lce Miller]




Imagem daqui
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26 de janeiro de 2012

O que eu posso modificar?

Don't You Forget by Era on Grooveshark


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25 de janeiro de 2012

O infinito é a ironia da vida...



O infinito é a ironia da vida, a morte é a certeza. 

Hoje acordei deste jeito, pensando na vida como coisa  frágil e tênue, pois tudo a nossa volta é tão efêmero que assusta. É que eu tive mais um pesadelo, daqueles de abrir os olhos repentinamente e não entender nada, muito menos o que está acontecendo. Aí eu olhei para o teto do quarto, coloquei uma das mãos no braço do Léo que dormia tranquilamente ao meu lado e meu coração ficou em paz novamente. Mas a angústia de não entender o que eu faço neste mundo tomou conta dos meus pensamentos outra vez, o sono foi embora e fiquei acordada pensando até o Léo acordar e fazer nosso café, com aquela pitada de afeto que só ele consegue colocar em tudo o que faz. 

No pesadelo eu caminhava sobre um lamaçal com os pés descalços, tentava correr mas não conseguia. Eu precisava seguir em frente porque queria encontrar alguém que estava de costas para mim, mas muito longe. Bichinhos nojentos subiam pelas minhas pernas e eu já estava em desespero quando o homem parado lá longe (mas que já estava perto o suficiente para que eu pudesse vê-lo) virou, me olhou com  olhos vermelhos e afundou na lama. Quando isto aconteceu os bichos e a lama sumiram e choveu muito forte sob minha cabeça... Então eu acordei...

Ontem antes de dormir eu disse ao Léo que não sabia qual era o sentido da minha vida. Um dia eu cheguei a ter certeza que seria aprendizado e evolução, mas hoje estou confusa. O único comentário dele foi que  não sabia qual era o sentido da minha vida, mas tinha certeza de que o sentido da vida dele era eu.

Agora, escrevendo sozinha e ouvindo Nina Simone, percebo que o sentido da minha vida é o amor que eu sempre busquei em todas as pessoas. Foram tantas as decepções com amigos, família e amores que cheguei a pensar em desistir de tudo e viver "forever alone". Mas a dona vida encarregou-se de  mostrar que tinha planos para mim, colocando no meu caminho pessoas (amigos) muito especiais. E o Léo, meu sopro de vida / meu definitivo e último amor. Pelo menos quanto a isto, tenho certeza.

Acho que o sentido da minha vida é amar e compartilhar o que a vida me ensinou sobre o amor. O que não deixa de ser aprendizado e evolução, não? Parece que sim, então...

Como bem disse Belchior na canção "Alucinação" - Amar e mudar as coisas me interessa mais!


[(Du)lce Miller]



Imagem do Tumblr
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24 de janeiro de 2012

1° #SarauRevolucionário no twitter!


Saiba tudo sobre o Sarau no blog Coletivo Revolucionário.
Atenção para assinar a lista de presença, que será liberada 30min antes do #SarauRevolucionário!

Se você usa o Twitter e gosta de poesia, participe!

Para aqueles que não entenderam, segue um Update com as explicações necessárias à participação no sarau.
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22 de janeiro de 2012

Clareza, serenidade, paz...



As perguntas tomam espaço dentro do meu pensamento, como se o dia fosse maior e o tempo não estivesse de acordo com meus sentimentos. As causas de uma razão nem sempre são a consequência de uma resposta, nem sempre um fim acaba por ser a solução, nem sempre as palavras são suficientes, são necessários gestos, atitudes...

"No final, o que importa mesmo é o que você faz pelas pessoas que ama"

Fecho os olhos...
E procuro apenas compreender que há estados, situações ou momentos que nasceram para serem assim: injustificados. Como alguns de nós que buscam compreender a si mesmos e acabam por descobrir mais perguntas do que respostas.

Garotas crescidas não devem chorar?

Um muro de proteção foi construído por mim mesma a minha volta e não encontro escadas.
Mas... e eu preciso delas? Não.
Eu choro sim, todos os dias praticamente. De alegria ou de tristeza, sempre que tiver vontade e querem saber? Isto não faz de mim um ser humano mais frágil.

[(Du)lce Miller]





“And I'm gonna miss you
Like a child
Misses their blanket
But I've gotta
To get a move
On with my life
It's time to be
A big girl now
And big girls don't cry
Don't cry…
I need to be
With myself in center
Clarity, peace, serenity


[Big Girls Don't Cry – Fergie]
Imagem daqui
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21 de janeiro de 2012

A Literatura de Cordel e o BBB

O conhecido cordelista Antonio Barreto é professor, graduado em Letras Vernáculas e pós-graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira. Tem gabarito e merece ser ouvido, especialmente pela Rede Globo de Televisão que deveria mostrar mais amor ao povo brasileiro do que ao dinheiro e retirar esse lixo cultural da grade de sua programação
Leonardo Boff



Big Brother Brasil - Um Programa imbecil
Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social

Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados

Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
[...]

20 de janeiro de 2012

Entrevista no @fiodeariadne

Eu

Em 2009 fui entrevistada pela Vanessa do excelente blog Fio de Ariadne. Hoje eu estava relendo a entrevista e achei que alguns de vocês talvez gostassem de conhecer um pouquinho mais de mim, já que a essência da entrevista continua a mesma nos dias de hoje... (só o cabelo mudou rsrss)

É só clicar AQUI pra ser direcionado à entrevista.


"...há de haver algum lugar, um confuso casarão, onde os sonhos serão reais e a vida não..." (A moça do sonho - Chico Buarque)
[...]

19 de janeiro de 2012

30 anos sem Elis, a doce pimentinha!

Imagem daqui
Breve Biografia 
Elis Regina Carvalho Costa, filha de Ercy Carvalho e Romeu Costa, nasceu em 17 de Março de 1945, na capital gaúcha, Porto Alegre. Foi uma das mais importantes cantoras brasileiras. Com personalidade forte e voz inconfundível, foi revelada em um programa de rádio local chamado Clube do Guri. Aos 16 anos, gravou seu primeiro disco pela Continental de roquinhos que não agradou nenhum pouco a cantora. Viajou ao Rio de Janeiro, onde fez os famosos pocket-shows no Beco das Garrafas. 
O sucesso não demorou e logo Elis Regina se tornava uma das principais intérpretes do país. A cantora que media pouco mais que 1,50cm ficou famosa, também, por revelar novos compositores, entre eles estão João Bosco, Aldir Blanc, Renato Teixeira, Fátima Guedes. 
A “pimentinha”, apelido que ganhou de Vinícius de Moraes, casou-se com o jornalista e compositor Ronaldo Bôscoli, com o qual teve o empresário João Marcelo Bôscoli, porém o relacionamento conturbado não durou mais que quatro anos. 
Os cantores Pedro Mariano e Maria Rita são frutos de seu segundo casamento, com o músico César Camargo Mariano. Elis Regina eternizou músicas como O Bêbado e a EquilibristaMaria, Maria e Como Nossos Pais que até hoje são frequentes na memória do povo. 
Elis morreu em 19 de janeiro de 1982, aos 36 anos de idade, no auge de sua carreira intoxicação combinada de Uísque e cocaína. 
Curiosidades de Elis:
  • Seu primeiro disco, Viva a Brotolândia, foi gravado para fazer frente à cantora Cely Campelo.
  • Elis não se dava bem com Maria Bethânia e Maysa Matarazzo.
  • Foi Fundadora-presidente da Assim (Associação de Interpretes e Músicos), em 1978.
  • Foi a primeira pessoa que inscreveu sua voz como instrumento, na Ordem dos Músicos do Brasil.
 Fonte
Causa dor e espanto pensar que ela nos deixou há exatos 30 anos. Elis faleceu muito jovem, aos 36 anos de idade, vítima de uma provável overdose de cocaína.
Os mistérios que levaram a Pimentinha a buscar o refúgio no álcool e nas drogas, embora previsíveis, foram juntos com ela, mas pouco importa por que motivo Elis Regina se foi, muito mais importante foi o que ela nos deixou. Afinal, como ela mesma cantou "a esperança equilibrista / sabe que o show de todo artista / tem que continuar...
[...]

17 de janeiro de 2012

Você quer 305 livros grátis? Pega!


É só clicar no título para ler ou imprimir.

1. A Divina Comédia -Dante Alighieri 
2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare 
3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa 
4. Dom Casmurro -Machado de Assis 
5. Cancioneiro -Fernando Pessoa 
6. Romeu e Julieta -William Shakespeare 
7. A Cartomante -Machado de Assis 
8. Mensagem -Fernando Pessoa 
9. A Carteira -Machado de Assis 
10. A Megera Domada -William Shakespeare 
12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare 
13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa 
14. Dom Casmurro -Machado de Assis 
15.. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa 
16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa 
17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare 
18. A Carta -Pero Vaz de Caminha 
19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis 
20. Macbeth -William Shakespeare 
22. A Tempestade -William Shakespeare 
23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa 
24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós 
25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa 
26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha 
27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa 
28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare 
29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde 
30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare 
32. A Mão e a Luva -Machado de Assis 
33. Arte Poética -Aristóteles 
34. Conto de Inverno -William Shakespeare 
35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare 
36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare 
37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 
38. A Metamorfose -Franz Kafka 
39. A Cartomante -Machado de Assis 
40. Rei Lear -William Shakespeare 
41. A Causa Secreta -Machado de Assis 
42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa 
43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare 
44. Júlio César -William Shakespeare 
45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente 
46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 
47. Cancioneiro -Fernando Pessoa 
49. A Ela -Machado de Assis 
50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa 
51. Dom Casmurro -Machado de Assis 
52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho 
53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 
54. Adão e Eva -Machado de Assis 
55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo 
56. A Chinela Turca -Machado de Assis 
57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare 
58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca 
59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo 
60. Iracema -José de Alencar 
61. A Mão e a Luva -Machado de Assis 
62. Ricardo III -William Shakespeare 
63. O Alienista -Machado de Assis 
64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa 
65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne 
66. A Carteira -Machado de Assis 
67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa 
68. Senhora -José de Alencar 
69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães 
71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca 
72. Sonetos -Luís Vaz de Camões 
73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos 
74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe 
75. Iracema -José de Alencar 
76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 
77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós 
78. O Guarani -José de Alencar 
79. A Mulher de Preto -Machado de Assis 
80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau 
81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio 
82. A Pianista -Machado de Assis 
83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa 
84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis 
85. A Herança -Machado de Assis 
86. A chave -Machado de Assis 
87. Eu -Augusto dos Anjos 
88. As Primaveras -Casimiro de Abreu 
89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis 
90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa 
91. Quincas Borba -Machado de Assis 
92. A Segunda Vida -Machado de Assis 
93. Os Sertões -Euclides da Cunha

94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa 
95. O Alienista -Machado de Assis 
96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra 
97. Medida Por Medida -William Shakespeare 
98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare 
99. A Alma do Lázaro -José de Alencar 
100. A Vida Eterna -Machado de Assis 
101. A Causa Secreta -Machado de Assis 
102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia 
103. Divina Comedia -Dante Alighieri 
104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós 
105. Coriolano -William Shakespeare 
106. Astúcias de Marido -Machado de Assis 
107. Senhora -José de Alencar 
108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente 
109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 
111. A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo 
112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós 
113. Obras Seletas -Rui Barbosa 
114. A Mão e a Luva -Machado de Assis 
115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco 
116. Aurora sem Dia -Machado de Assis 
117. Édipo-Rei -Sófocles 
118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco 
119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis 
120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo 
121. Tito Andrônico -William Shakespeare 
122. Adão e Eva -Machado de Assis 
123. Os Sertões -Euclides da Cunha 
124. Esaú e Jacó -Machado de Assis 
125. Don Quixote -Miguel de Cervantes 
126. Camões -Joaquim Nabuco 
127. Antes que Cases -Machado de Assis 
128. A melhor das noivas -Machado de Assis 
129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca 
130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo 
131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós 
132. Helena -Machado de Assis 
133. Contos -José Maria Eça de Queirós 
134. A Sereníssima República -Machado de Assis 
135. Iliada -Homero 
136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco 
137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco 
138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões 
139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage 
141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis 
142. A Carne -Júlio Ribeiro 
143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 
144. Don Quijote -Miguel de Cervantes 
146. A Semana -Machado de Assis 
147. A viúva Sobral -Machado de Assis 
149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves 
150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional 
151. Papéis Avulsos -Machado de Assis 
152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos 
153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós 
154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós 
155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis 
156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias 
157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis 
158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho 
159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra 
160. Almas Agradecidas -Machado de Assis 
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós 
162. Contos Fluminenses -Machado de Assis 
163. Odisséia -Homero 
164. Quincas Borba -Machado de Assis 
165. A Mulher de Preto -Machado de Assis 
166. Balas de Estalo -Machado de Assis 
167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis 
168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós 
169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis 
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu 
171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca 
172. Cinco Minutos -José de Alencar 
173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida 
174. Lucíola -José de Alencar 
175. A Parasita Azul -Machado de Assis 
176. A Viuvinha -José de Alencar 
177. Utopia -Thomas Morus 
178. Missa do Galo -Machado de Assis 
179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves 
181. Hamlet -William Shakespeare 
182. A Ama-Seca -Artur Azevedo 
183. O Espelho -Machado de Assis 
184. Helena -Machado de Assis 
185. As Academias de Sião -Machado de Assis 
186. A Carne -Júlio Ribeiro 
187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós 
188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar 
189. Antes da Missa -Machado de Assis 
190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio 
191. A Carta -Pero Vaz de Caminha 
192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca 
193. A mulher Pálida -Machado de Assis 
194. Americanas -Machado de Assis 
195. Cândido -Voltaire 
196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift 
197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu 
198. Conto de Escola -Machado de Assis 
199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões 
200. Iluminuras -Arthur Rimbaud 
201. Schopenhauer -Thomas Mann 
202. Carolina -Casimiro de Abreu 
203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde 
204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha 
205. Memorial de Aires -Machado de Assis 
206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto 
207. A última receita -Machado de Assis 
208. 7 Canções -Salomão Rovedo 
209. Antologia -Antero de Quental 
210. O Alienista -Machado de Assis 
211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos 
212. Alma Inquieta -Olavo Bilac 
213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães 
214. A Semana -Machado de Assis 
215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto 
216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo 
217. Esaú e Jacó -Machado de Assis 
218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões 
219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos 
220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis 
221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos 
222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto 
223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente 
224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo 
225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis 
226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis 
227. O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca 
228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves 
229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo 
230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 
231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães 
232. Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana 
233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto 
234. A Bela Madame Vargas -João do Rio 
235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud 
236. Cinco Mulheres -Machado de Assis 
237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro 
238. O Cortiço -Aluísio Azevedo 
239. RELIQUIAE -Florbela Espanca 
240. Minha formação -Joaquim Nabuco 
241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo 
242. Auto da Alma -Gil Vicente 
243. 345 -Artur Azevedo 
244. O Dicionário -Machado de Assis 
245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto 
246.. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis 
247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior 
248. Cinco minutos -José de Alencar 
249. Lucíola -José de Alencar 
250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo 
251. A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa 
253. O Ateneu -Raul Pompéia 
254. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto 
255. Ayres e Vergueiro -Machado de Assis 
256. A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio 
257. Noite de Almirante -Machado de Assis 
258. O Sertanejo -José de Alencar 
259. A Conquista -Coelho Neto 
260. Casa Velha -Machado de Assis 
261. O Enfermeiro -Machado de Assis 
262. O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo 
264. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo 
265. Poemas -Safo 
266. A Viuvinha -José de Alencar 
267. Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco 
268. Contos para Velhos -Olavo Bilac 
269. Ulysses -James Joyce 
270. 13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho 
271. Cícero -Plutarco 
272. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves 
273. Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis 
274. As Religiões no Rio -João do Rio 
275. Várias Histórias -Machado de Assis 
276. A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht 
277. Bons Dias -Machado de Assis 
278. O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac 
279. A Capital Federal -Artur Azevedo 
280. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães 
281. As Forças Caudinas -Machado de Assis 
282. Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco 
283. Balas de Estalo -Machado de Assis 
284. AS VIAGENS -Olavo Bilac 
285. Antigonas -Sofócles 
286. A Dívida -Artur Azevedo 
287. Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira 
288. Uns Braços -Machado de Assis 
289. Ubirajara -José de Alencar 
290. Poética -Aristóteles 
291. Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha 
292. A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht 
293. Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis 
294. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo 
295. Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis 
296. Via-Láctea -Olavo Bilac 
297. O Mulato -Aluísio de Azevedo 
298. O Primo Basílio - José Maria Eça de Queirós 
299. Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves 
300. A Pata da Gazela -José de Alencar 
301. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado 
302. Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves 
303.. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida 
304. O que é o Casamento? -José de Alencar 
305. A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente: 
·Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ; 
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade; 
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia; 
·ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA 
·e muito mais...


O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Imagens daqui  e daqui
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15 de janeiro de 2012

You're the Inspiration...

Imagem daqui

- Onde ela está?
- Não sei se sei...
- Por que não?
- Porque eu não faço a mínima ideia. Deve estar por aí, rondando nossa casa agora...
- Mas então, como é que você consegue escrever?
- Difícil responder. A metáfora não ajudaria e explicações plausíveis não seriam convincentes pra você ou qualquer outra pessoa.
- Eu só queria entender... e nem vou perguntar o que é metáfora agora...
- Não há o que entender. Não há o que falar, apenas sentir. Tudo bem, vamos tentar... olhe pela janela, veja o céu azul, sinta o vento que sacode as folhas das árvores, é o mesmo que  sussurra em seu ouvido. Ela também está lá, aliás, está em todos os lugares que existem dentro e fora de você. De vez em quando se esconde nos sonhos, na chuva, no olhar inquisidor de uma criança igualzinha a você... acredita que alguns nunca conseguem encontrá-la? 
- Mas eu quero ver como ela é.
- Você não pode ver, só pode sentir se ela aparecer pra você.
- Por que é tão complicado? Como eu faço pra isso acontecer?
- Hummm... o que você mais gosta de fazer? Desenhar, pintar, escrever, tocar um instrumento musical, dançar, cozinhar... o que mesmo?
- Eu gosto de contar estórias que eu mesma invento.
- E como você faz isso?
- Na escolinha, na hora do recreio, eu chamo meus coleguinhas pra sentar comigo, comemos o lanche e eu começo a falar. Eles gostam de ouvir e sempre pedem que eu conte mais.
- Então você já a conhece, a vê e sente todos os dias quando faz isso.
- É? Mas como, se eu nunca vi nem senti?
- Ela está nas suas estórias, não percebe? Ela não pede licença pra chegar, ela se instala em sua mente e faz  um belo trabalho... é ela que sussurra em seu ouvido as estorinhas. Entendeu?
- Mãe, agora entendo não só o que é a inspiração, mas o amor que sinto por você. Não posso ver nem tocar, mas sinto bem forte dentro de mim. É isso, né?
- Sim minha filhota, a inspiração e o amor são feitos da mesma essência. São invisíveis aos olhos, mas o corpo transmite os seus recados, com todas as suas nuances. Todos que são capazes de sentir o amor, conhecem a musa, a inspiração. Agora... conta uma das suas estórias pra mamãe?
- Oba! Tá... "...uma garrafa foi encontrada na beira do mar com um bilhetinho dentro..."

[(Du)lce Miller]

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