Elvis Presley morreu há 33 anos. Será mesmo?

17/08/2010


Uma vez uma pessoa disse que a gente só morre mesmo quando é esquecido. O corpo, ou seja, a matéria, pode até acabar. Mas enquanto tiverem pessoas que se lembrem de nós e para quem ainda façamos alguma diferença, mesmo que de outro plano, estaremos vivos. E fã incondicional tem disso. Fã que é fã tem aquele negócio de não “deixar” o ídolo morrer nunquinha.

Prova é o que não falta por aí. Há 33 anos o mundo perdeu um dos maiores artistas que já passou por aqui: Elvis Presley. E mais vivo que ele, só Michael Jackson, que causou tanta comoção quanto Elvis no dia de sua morte.

A frase “Elvis Não Morreu” virou jargão e caiu na boca do povo. Isso porque seguidores do cantor simplesmente não conseguiram acreditar que tinham perdido – será que perderam mesmo? – o ídolo de forma tão duvidosa. O dia 16 de agosto de 1977 continua confuso, e os acontecimentos em Graceland nunca mais foram explorados.

O que se sabe é que um dia antes de morrer, Presley foi ao dentista tarde da noite. Ele chegou em casa, se distraiu um pouco e foi deitar por volta das quarto horas da manhã. Por volta das 10 horas, o cantor teria levantado para ir ao banheiro e pronto. Uma lacuna se formou a partir deste ponto até 14 horas, quando o corpo foi encontrado por Ginger Alden, namorada de Presley na época.

Muitos afirmam que, assim como Michael Jackson e outras estrelas do showbizz mundial, Presley era viciado em medicamento e sofreu um colapso fulminante associado à disfunção cardíaca. A lenda mais famosa é que o artista queria fugir de tudo e todos e fingiu a própria morte. Presley pode até já ter morrido, para os crentes desta lenda, mas não foi na data de 16 de agosto. Segundo contam por aí, ele estaria vivendo tranquilamente em uma ilha deserta, afastado de tudo e todos.

Um comentário:

  1. eu achei emocionante porque quando a pessoa morre ela tem mais um chanci de viver outra vez, umas não umas morre ir pro c
    éu.

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