12 horas para impedir a pena de morte a gays em Uganda! Ajudem por favor!!!

11/05/2011

Caros amigos,

Em 12 horas, o parlamento de Uganda pode votar uma nova lei brutal que prevê a pena de morte para a homossexualidade. Milhares de ugandenses poderiam enfrentar a execução - apenas por serem gays.

Nós ajudamos a impedir esta lei antes, e podemos fazê-lo novamente. Depois de uma manifestação global massiva ano passado, o presidente ugandense Museveni bloqueou o progresso da lei. Mas os distúrbios políticos estão crescendo em Uganda, e extremistas religiosos no parlamento estão esperando que a confusão e violência nas ruas distraia a comunidade internacional de uma segunda tentativa de aprovar essa lei cheia de ódio. Nós podemosmostrar a eles que o mundo ainda está observando.  

Se bloquearmos o voto por mais dois dias até que o parlamento feche, a lei expirará para sempre.

 Nós não temos tempo a perder. Quase metade de nós já se juntou ao chamado - vamos chegar a um milhão de vozes contra a pena de morte para gays em Uganda nas próximas 12 horas - clique aqui para agir, ou então encaminhe por e-mail, divulgue em seus blogs, a união contra esta atrocidade é uma OBRIGAÇÃO nossa como seres humanos!


Ser gay em Uganda já é perigoso e aterrorizante. Eles são frequentemente assediados e espancados, e apenas há alguns meses o ativista de direitos gays David Kato (foto acima), foi brutalmente assassinado em sua própria casa. Agora os ugandenses da LGBT são ameaçados por essa lei draconiana que impõe prisão perpétua a pessoas condenadas por relações com o mesmo sexo e a pena de morte para "ofensores sérios". Até mesmo ONGs trabalhando para prevenir a disseminação do HIV podem ser condenadas por "promover a homossexualidade" sob essa lei cheia de ódio.

Agora mesmo, Uganda está em tumulto político - na onda da primavera árabe, pessoas em todo o país estão tomando as ruas, protestando contra os altos preços de comida e gasolina. O presidente Museveni respondeu reprimindo violentamente a oposição. Essa revolta forneceu aos extremistas religiosos no parlamento a chance perfeita de tirar da gaveta a lei homofóbica apenas dias antes do parlamento ser fechado e todas as leis propostas serem apagadas dos livros.

O presidente Museveni desistiu desta lei no ano passado depois da pressão internacional ameaçar o suporte e auxílio a Uganda. Com protestos violentos varrendo as ruas, seu governo está mais vulnerável que nunca. Vamos fazer uma petição com a força de um milhão para impedir a lei da pena de morte para gays novamente e salvar vidas. Nós temos apenas 12 horas - assine abaixo, e então conte a amigos e família:

Assine a petição, clique aqui

Este ano nós nos solidarizamos com o movimento de igualdade de Uganda para mostrar que toda vida humana, não importa o credo, nacionalidade ou orientação sexual, é igualmente preciosa. Nossa petição internacional condenando a lei da pena de morte para gays foi entregue ao parlamento - impulsionando uma rede de notícias globais e pressão suficiente para bloquear a lei por meses. Quando um jornal publicou 100 nomes, fotos e endereços de suspeitos gays e os identificados foram ameaçados, a Avaaz auxiliou uma ação legal contra o jornal e nós ganhamos! Juntos nós nos levantamos, por vezes e vezes, pela comunidade gay de Uganda - agora eles precisam de nós mais que nunca.

Um muito obrigada a todos que assinarem a petição, meu e principalmente do Grupo Avaaz.org


Uganda enfrenta o fundamentalismo cristão 

Update feliz: \o/

KAMPALA, Uganda — O Parlamento de Uganda parece ter desistido dos planos de debater a controversa lei que estabelece pena de morte para cassos de homossexualismo. A expectativa era que o texto fosse votado nesta quarta-feira - e provado facilmente -, mas foi retirado da agenda do Parlamento. Ainda não está claro, porém, se a discussão da lei foi adiada para a próxima sessão, ou se o autor do projeto terá que apresentar uma nova versão.

John Alimadi, um dos membros da Casa, disse nesta quarta-feira que o tema foi excluído da agenda após o clamor mundial contra a legislação.

Petições on-line dos grupos Avaaz e Allout - redes de ativistas para mobilização na Internet - reuniram mais de 1,4 milhão de assinaturas. A Anistia Internacional e o Human Rights Watch classificaram a legislação de extremamente alarmante. Um congressista americano disse que se a lei fosse aprovada, ele iria propor cortes na ajuda internacional destinada a Uganda.

ESPANCADO : Ativista gay é assassinado após ter enforcamento pedido por jornal em Uganda

INDENIZAÇÃO :Justiça de Uganda pune jornal que listou gays do país e pediu enforcamento

O projeto de lei original estabelecia a pena capital para os homossexuais que fizessem sexo com portadores de deficiência, menores de 18 anos ou quando o acusado é HIV positivo. O autor da lei, David Bahati, do partido governista, disse, porém, que a nova versão não contém a pena de morte.

A legislação foi proposta no final de 2009, mas não havia sido debatida até a última sexta-feira.

No país africano, o homossexualismo já é crime, punido com grandes multas e com prisão perpétua. A proposta atual é de endurecer ainda mais as leis existentes. Se aprovada, a definição de homossexualismo será ampliada e o ato de promover a prática passa a ser punível com multa ou prisão.

Mas correspondentes dizem que é difícil condenar alguém por homossexualismo em Uganda devido à falta de evidências. Muitos que se declaram publicamente gays não foram levados à Justiça, já que admitir a preferência sexual não é considerado um crime.
 

7 comentários:

  1. Du...

    Recebi por email este apelo e já assinei a petição e tbm enviei o mesmo para amigos e conhecidos.

    Um absurdo isto, em que mundo estamos gente! Quanta ignorância!


    Legal esta tua idéia em postar.

    Bjs...

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Desistiram?

    Não consegui abrir a petição! A página é bloqueada aqui no trabalho...

    Bjos

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  4. Menos mal querida.

    Tbm depois de toda manifestação feita pelos meios de comunicação portais da net, etc..., não tinha como não ceder.

    Pelo menos amenizaste um pouco, porque as leis deles são severas demais.

    Opção sexual não pode nem dever ser questionada. Penso assim.

    Muitas pessoas engajaram-se nesta manifestação. Que bom. Vale o velho ditado; A união faz a força, mesmo. rs

    Bjs minha linda...

    Obs: Esqueci, ficaste lindo o novo layout. Super delicado. Gostei.

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  5. Du, ainda bem que tu está falando do continente africano pois acho que eles são tão esquecidos pela mídia. Estou abrindo a Internet agora.

    Beijos e obrigada por me colocar aqui. Fiquei "me achando"!

    Beijos!

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  6. Du,

    Tinha recebido a notícia por e-mail, e fiquei sem palavras. Não há justificativa para uma coisas dessas, sejam eles aspectos religosos, culturais ou puro atraso mesmo. Esse mundo não é um lugar seguro pra ninguém.

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  7. Acho que meu comentário pode ser duplamente interpretado, então é melhor esclarecer: não há justificativa para LEIS assim. Fique claro.

    Beijão.

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