Fazer sorrir é tão fácil, basta querer!

12/09/2012






Dá vontade de compartilhar a estória deste vídeo com o mundo inteiro! Foi uma das coisas mais bonitas que já assisti!

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Energia vital – a vida com-partilhada!



Esta vida é realmente estranha e tem incontáveis formas de nos ensinar a sobreviver às interrogações do tempo, que parece ter respostas e soluções para tudo, se tivermos um mínimo de paciência, fé e acreditar seja no que for. Eu acredito na energia positiva vibrante, constante e presente a todo momento em meus caminhos. Nenhuma religião foi capaz de doutrinar meu coração. Mas o amor que habita em mim fez provar a verdadeira fé, a minha verdade.

Um dia a gente acha que não vai sobreviver a tanta dor que chega dilacerando até os ossos da alma. No outro, a gente transborda pelos poros da pele tanta felicidade que acha quase impossível suportar sem morrer (sim, também se morre renascendo feliz… nunca sentiram? Eu sim, sobrevivi para contar). Paradoxos da vida, do ser humano, de todos nós. 

Seria tudo tão mais fácil (refletindo agora) se todos soubéssemos o valor da serenidade em nossas ações, partindo dos próprios pensamentos. Serenidade induz à paciência. Mas temos a mania feia de ter medo e sofrer por antecipação. Na maioria das vezes são os fantasmas do passado que fazem com que nossa vida seja conduzida desta forma. Mas é um erro acreditar que sofrer antecipadamente vai nos preparar para o pior. Não prepara nada, só piora a dor se realmente os medos se mostrarem reais no futuro.

Também temos mania mais feia ainda de agir por impulso, sentir raiva, desejar a morte de alguém, como se isso fosse resolver qualquer coisa dentro de nós. Não resolve. Só mostra fragilidade e um somatório de sentimentos ruins que jamais deveríamos cultivar! Mas humanos e imperfeitos que somos… erramos.

Seria tão importante perceber e lembrar sempre que a gente recebe de volta somente o que emitimos aos outros. Percebem a responsabilidade disto? Além de ter percebido, eu tenho vivido esta realidade, por isto mesmo me sinto no dever de compartilhar com vocês tudo o que sinto agora. 

Um dia, eu quase morri (de verdade) e por que isto não aconteceu e estou aqui para contar, ainda não sei. Se milagres existem, então talvez eu possa dizer que foi um milagre. E neste momento tão crucial da minha vida eu aprendi a duras penas que quem tem fé, não precisa ter medo. E, fazendo um paradoxo aos que duvidam, eu sempre digo que para quem acredita, nenhuma prova é necessária e para os que não acreditam, nenhuma será suficiente. 

E querem saber? Eu me importo MESMO com os sentimentos do mundo, das pessoas que me rodeiam. Se você que me lê agora só se importa com seu próprio umbigo, não vou julgar nem condenar, porque cada um sabe o que faz com a própria vida. E que assim sejamos felizes, cada um do seu jeito.

Este texto está me parecendo um tanto estranho (assim como a própria vida)… podem ser palavras aleatórias dos meus sentimentos no momento, mas espero ter conseguido tocar a alma de algumas pessoas com o que escrevo agora. Porque percebi que escrever além de ser uma paixão para mim, foi a forma que encontrei (inicialmente, sem ter esta intenção) de ajudar muitas pessoas. Tenho visto provas disso através deste blog, e-mail, Twitter, Tumblr ou Facebook… pessoas (várias) que deixam depoimentos pedindo que eu não pare de escrever, porque eu as ajudei muito. Coisas lindas que eu sempre leio com muita surpresa e intensa emoção. 

Minha responsabilidade aqui aumentou muito. Escrever é como uma missão que desejo cumprir, até o fim. Então, aproveito a oportunidade para agradecer a todos os leitores anônimos ou não, que tem este blog como referência. Muito obrigada por me mostrarem com tanto afeto (seja onde for) que escrever é minha sina.

[Dulce Miller]
[Texto dedicado a Juliana França (Bahia), Leila Barreto (Feira da Santana), Silvinha Santos (Belém do Pará), Julia (deixou um depoimento no meu Tumblr, não sei de onde ela é), Roberto (Paraná), Custódio Bernardes (Alemanha/Portugal), Sylvia Cheleiro (do Twitter) e a tantos (antes ou ainda) anônimos que conheci (conhecerei) através das minhas palavras, aqui neste blog]
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[Republicando e agradecendo, sempre!]
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