2 de jun de 2015

Adeus você...



Há revoluções entre países e nações, mas a verdadeira guerra diária quem enfrenta é minha alma.  contradições.

Não sei como nem por quê, mas menina, me explica por que eu amo o seu jeito, seu sorriso, o seu cheiro? O fato é que você não presta, e é o que resta... não, eu não sei de mais nada além dos sentimentos que me assustam. Você invadiu meu território seguro, jogou uma bomba de dúvidas nas minhas mais fiéis convicções e mesmo que eu tente fugir, sou atacado por aviões de ilusões.

Onde está meu porto seguro? Ele existia mesmo ou sempre estive no escuro? 

Meu coração (ou seria meu corpo?) libertino, sem minha permissão deseja você, mas a razão... essa não!

Menina que parece mais uma sina... eu não amo você porque não tem por quê, entende? Consegue entender? E minhas guerras interiores  enfrento sozinho, não preciso do seu ninho.

Tão efêmero como uma bolha de sabão, é assim seu coração e tudo o que eu menos queria é tê-lo em suas mãos (só que a distância  entre o querer e o poder é tão imensa que já não cabe em lugar algum, de tão ruim) e agora me diz, o que é que eu faço de mim?

...lembro de uma vez que  falei em seu ouvido, 'sou o seu abismo'... mas hoje quem vai pular nele sou eu e você nunca  há de me encontrar outra vez, não caio mais na sua teia.

Adeus, você.


[ Dulce Miller ]




Adeus Você





imagem daqui


2 comentários:

  1. Como é bom poder acompanhar novamente seus pensamentos e texto, querida. Depois de quase dois anos longe eis que estou de volta. Espero que esteja tudo bem com você. Me surpreendendo a cada publicação como sempre.
    Abraços! *-*

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