2 de set de 2013

Clareza, serenidade, paz...


As perguntas tomam espaço dentro do meu pensamento, como se o dia fosse maior e o tempo não estivesse de acordo com meus sentimentos. As causas de uma razão nem sempre são a consequência de uma resposta, nem sempre um fim acaba por ser a solução, nem sempre as palavras são suficientes, são necessários gestos, atitudes...

"No final, o que importa mesmo é o que você faz pelas pessoas que ama"

Fecho os olhos...

E procuro apenas compreender que há estados, situações ou momentos que nasceram para serem assim: injustificados. Como alguns de nós que buscam compreender a si mesmos e acabam por descobrir mais perguntas do que respostas.

(E o que fica sempre no ar... garotas crescidas não devem chorar?)

Um muro de proteção foi construído por mim mesma à minha volta e não encontro escadas.
Mas... e eu preciso delas? Não.

Eu choro sim, todos os dias praticamente. De alegria ou de tristeza, sempre que tiver vontade e querem saber? Isto não faz de mim um ser humano mais frágil. Aliás, poucos reconhecem minha força...

[ Dulce Miller ]





“And I'm gonna miss you
Like a child
Misses their blanket
But I've gotta
To get a move
On with my life
It's time to be
A big girl now
And big girls don't cry
Don't cry…
I need to be
With myself in center
Clarity, peace, serenity


[Big Girls Don't Cry – Fergie]
Imagem daqui

3 comentários:

  1. Olá D.M:Estou grata por estar recebendo seus texto via e-mail.Desejo-lhe um maravilhoso Setembro.Meu abraço

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  2. Entendo muito bem esse estado de espírito. Já fui muito durona. Não chorava nunca. Fui tida por muitos como "A fortaleza". No entanto represei tanto as emoções que um dia, transbordei e me fragilizei. Hoje, choro por qualquer coisa e me fortaleci.Sempre bom passar por aqui. Bjs

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