6 de nov de 2013

O codinome do arco-íris...


...E fico assim entre a alegria incontida por qualquer coisa boba e a vontade repentina de chorar a cada mudança de comportamento do tempo que eu tento, mas não compreendo.

Gosto de sentir a chuva no rosto mas prefiro meus pés bem secos dentro dos sapatos. Então vejo a água desabando do céu pelos vidros da janela e absorvo num suspiro e de olhos fechados o cheiro da grama que acabaram de cortar, é como um afago.

E quando a chuva pára, vem o arco-íris que tem codinome esperança. A sensação é a mesma que acordar depois de uma noite insone com o telefone tocando trazendo boas notícias.


E a cada novo dia a imensa vontade de vencer sem nem saber por onde começar. O recomeço é um enigma a ser decifrado, a pele que deve ser trocada, sentimentos reciclados e novas posturas são adotadas quase que por instinto e isto não tem nada a ver com o tempo, a não ser com o nosso tempo de dentro. Esse mesmo tempo que desvenda segredos e faz revelações, nos faz aprender e desconstruir velhos ideais.

O nosso tempo de dentro faz o tempo de fora ser bom ou ruim. Só depende de você ir atrás do seu pote de ouro... ou não!

[ Dulce Miller ]
Imagem daqui e daqui

1 comentários:

  1. No final do arco iris a utopia do pote de ouro!
    deveras interessante, desde de menina que ouço contar a história
    mas nunca ninguém encontrou...

    Boas lembranças...

    beijo Dulce:
    Célia

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