Sou... somos!

07/06/2013


Sou doida de atar num poste e doida de não querer deixar de ser... você me entende?
A loucura é válvula de escape em forma de prosa na poesia do dia a dia.

Sou doida pela areia que foge dos meus dedos com a ajuda do vento. Sou doida pelas horas que voam como se não tivessem pena do tempo que passa sem dó da saudade que dá um nó na mente dos que sentem e não mentem. Sou doida porque já amei quem nunca existiu e mesmo assim, partiu... e já deixei de amar quem de mim, jamais desistiu.

Sim, sou doida de pedra, de sol, de lua e de mel. Sou doida de mim. Sou doida, doidinha por cheiro de jasmim! Sou doida assim e isso não faz de mim ninguém melhor nem pior, apenas mais uma entre outros tantos doidos perdidos, doidos por se encontrarem, doidos pelo simples ser.

Sou doida e assumo, sou doida... sumo!

^ Suba